quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Que tipo de Papa? As tensões internas da Igreja atual

Olá pessoal.

Navegando pela net deparei-me com esse belíssimo texto do Leonardo Boff sobre o tema da sucessão ao Papa Bento XVI. Como sempre, Boff nos surpreende em meio a especulações sobre os sucessores do Sumo Pontífice. Apreciem-no e até breve.

Barroca

(Do site do Instituto Humanitas Unisinos - IHU)


"Devemos discernir com inteligência o que atualmente melhor serve à mensagem cristã no interior de uma crise ecológica e social de gravíssimas consequências. O problema central não é a Igreja mas o futuro da Mãe Terra, da vida e da nossa civilização. Como a Igreja ajuda nessa travessia? Só dialogando e somando forças com todos", escreve Leonardo Boff, teólogo, filósofo e escritor.
Eis o artigo.
Não me proponho apresentar uma balanço do pontificado de Bento XVI, coisa que foi feito com competência por outros. Para os leitores talvez seja mais interessante conhecer melhor uma tensão sempre viva dentro da Igreja e que marca o perfil de cada Papa. A questão central é esta: qual a posição e a missão da Igreja no mundo?

Antecipamos dizendo que uma concepção equilibrada deve assentar-se sobre duas pilastras fundamentais: o Reino e o mundo. O Reino é a mensagem central de Jesus, sua utopia de uma revolução absoluta que reconcilia a criação consigo mesma e com Deus. O mundo é o lugar onde a Igreja realiza seu serviço ao Reino e onde ela mesma se constrói. Se pensarmos  a Igreja demasiadamente ligada ao Reino, corre-se o risco de espiritualização e de idealismo. Se demasiadamente próxima do mudo, incorre-se na tentação da mundanização e da politização. Importa saber articular Reino-Mundo-Igreja. Ela pertence ao Reino e também ao mundo. Possui uma dimensão histórica com suas contradições e outra transcendente.

Como viver esta tensão dentro do mundo e da história? Apresentam-se dois modelos diferentes e, por vezes, conflitantes: o do testemunho e o do diálogo.

modelo do testemunho afirma com convicção: temos o depósito da fé, dentro do qual estão todas as verdades necessárias para a salvação; temos o sacramentos que comunicam graça; temos uma moral bem definida; temos a certeza de que a Igreja Católica é a Igreja de Cristo, a única verdadeira; temos o Papa que goza de infalibilidade em questões de fé e moral; temos uma hierarquia que governa o povo fiel; e temos a promessa de assistência permanente do Espírito Santo. Isto tem que ser testemunhado face a um mundo que não sabe para onde vai e que por si mesmo jamais alcançará a salvação. Ele terá que passar pela mediação da Igreja, sem a qual não há salvação.

Os cristãos deste modelo, desde Papas até os simples fiéis, se sentem imbuídos de uma missão salvadora única. Nisso são fundamentalistas e pouco dados ao diálogo. Para que dialogar? Já temos tudo. O diálogo é para facilitar a conversão e é um gesto de civilidade.

modelo do diálogo parte de outros pressupostos: O Reino é maior que a Igreja e conhece também uma realização secular, sempre onde há verdade, amor e justiça; o Cristo ressuscitado possui dimensões cósmicas e empurra a evolução para um fim bom; o Espírito está sempre presente na história e nas pessoas do bem; Ele chega antes do missionário, pois estava nos povos na forma de solidariedade, amor e compaixão. Deus nunca abandonou os seus e a todos oferece chance de salvação, pois os tirou de seu coração para um dia viverem felizes no Reino dos libertos. A missão da Igreja é ser sinal desta história de Deus dentro da história humana e também um instrumento de sua implementação junto com outros caminhos espirituais. Se a realidade tanto religiosa quanto secular está empapada de Deus devemos todos dialogar: trocar, aprender uns dos outros e tornar a caminhada humana rumo à promessa feliz, mais fácil e mais segura.

primeiro modelo do testemunho é da Igreja da tradição, que promoveu as missões na África, na Ásia e na América latina, sendo até cúmplice em nome do testemunho da dizimação e dominação de muitos povos originários, africanos e asiáticos. Era o modelo do Papa João Paulo II que corria o mundo, empunhando a cruz como testemunho de que ai vinha a salvação. Era o modelo, mais radicalizado ainda, de Bento XVI que negou o título de “Igreja” às igrejas evangélicas, ofendendo-as duramente; atacou diretamente a modernidade pois a via negativamente como relativista e secularista. Logicamente não lhe negou todos os valores mas via neles como fonte a fé cristã. Reduziu a Igreja a uma ilha isolada ou a uma fortaleza, cercada de inimigos por todos os lados contra os quais importa se defender.

modelo do diálogo é do Concílio Vaticano II, de Paulo VI e de Medellin e de Puebla na América Latina. Viam o cristianismo não como um depósito, sistema fechado com o risco de ficar fossilizado, mas como uma fonte de águas vivas e cristalinas que podem ser canalizadas por muitos condutos culturais, um lugar de  aprendizado mútuo porque todos são portadores do Espírito Criador e  da essência do  sonho de Jesus.

O primeiro modelo, do testemunho, assustou a muitos cristãos que se sentiam infantilizados e desvalorizados em seus saberes profissionais; não sentiam mais a Igreja como um lar espiritual e, desconsolados, se afastavam da instituição mas não do Cristianismo como valor e utopia generosa de Jesus.

O segundo modelo, do diálogo, aproximou a muitos pois se sentiam em casa, ajudando a construir uma Igreja-aprendiz e aberta ao diálogo com todos. O efeito era o sentimento de liberdade e de criatividade. Assim vale a pena ser cristão.

Esse modelo do diálogo se faz urgente caso a instituição-Igreja quiser sair da crise em que se meteu e que atingiu seu ponto de honra: a moralidade (os pedófilos) e a espiritualidade (roubo de documentos secretos e problemas graves de transparência no Banco do Vaticano).

Devemos discernir com inteligência o que atualmente melhor serve à mensagem cristã no interior de uma crise ecológica e social de gravíssimas consequências. O problema central não é a Igreja mas o futuro da Mãe Terra, da vida e da nossa civilização. Como a Igreja ajuda nessa travessia? Só dialogando e somando forças com todos.

Novo papa enfrentará mudança cultural na América Latina

(Do site do Yahoo notícias)


RIO DE JANEIRO, 12 Fev (Reuters) - Enquanto uma multidão de foliões fantasiados celebrava o Carnaval na segunda-feira, um grupo de pessoas decididamente mais sóbrias entrava na Nossa Senhora da Paz, uma igreja católica a dois quarteirões de uma praia lotada no Rio de Janeiro.
Enquanto os fiéis oravam, os foliões lá fora bebiam cerveja, batucavam e flertavam na festa tão conhecida por sua sensualidade, em que as autoridades locais distribuem camisinhas gratuitamente.
Verdade seja dita, a cidade nem sempre é tão louca quanto na época do Carnaval.
Também é verdade que a igreja quase vazia, um dos poucos lugares tranquilos no Rio nesta semana, atrai a um rebanho cada vez menor de fiéis católicos.
O Brasil tem uma das maiores populações católicas do mundo, mas a Igreja está perdendo sua influência de forma constante, aqui e em toda a América Latina.
"Não há nada de errado em se divertir", diz Henrique Pereira, um empresário de 35 anos que deixava a igreja depois de uma oração. "Mas eu queria que as pessoas valorizassem a fé e a Igreja da mesma forma".
Esse é o cenário que aguarda o sucessor do papa Bento, que anunciou na segunda-feira que iria renunciar.
Se o seu objetivo for reter os fiéis católicos ou mesmo atrair novos fiéis em uma região que passa por uma profunda mudança econômica, social e cultural, um novo pontífice deve encontrar maneiras de casar a doutrina com os estilos de vida contemporâneos latino-americanos.
Embora a região ainda abrigue mais católicos do que nenhuma outra, 42 por cento dos 1,2 bilhão de fiéis no mundo, os números vêm diminuindo nas últimas décadas.
À medida que a América Latina fica mais próspera, mais urbana e mais educada, as pessoas são menos dóceis a uma religião que já exerceu um controle firme sobre os crentes em locais tão diversos como os pampas argentinos e os "pueblos" do norte do México.
"A América Latina está ficando mais parecida com o resto do mundo ocidental, e nesse sentido, menos homogênea com relação à fé", disse Fernando Altemeyer, um professor de teologia da Universidade Católica de São Paulo. "Há mudanças na sociedade daqui que dificultam que uma única fé ou crença domine".
A transformação, é claro, está acontecendo em outros lugares também, à medida que o crescimento em grandes economias emergentes dá voz a milhões que eram segregados pela pobreza, geografia e pelas críticas sociais.
UM NOVO PAPA
Há muito tempo a América Latina vem sendo um reduto católico, e há rumores crescentes de que o novo papa possa vir da região, um reconhecimento de sua importância dentro da Igreja.
As diferenças teológicas internas da Igreja frequentemente estiveram representadas na América Latina. De fato, como cardeal, o papa Bento XVI reprimiu uma rebelião entre aqueles na Igreja latino-americana que apoiavam a chamada teologia da libertação, um movimento de tendência esquerdista centrado em ajudar os pobres.
Junto com outras tensões, a rixa foi mais tarde agravada pelo crescimento recente das igrejas evangélicas.
Para muitos na América Latina, as igrejas evangélicas são atraentes porque pregam o sucesso e a prosperidade nesta vida, em oposição ao sacrifício e a luta que os católicos aprendem a suportar. Muitos fiéis também dizem preferir os pastores evangélicos, que trocaram as túnicas e rituais da missa católica por trajes casuais e sermões livres.
Cientes dessa mudança, alguns líderes católicos na América Latina vêm tentando pressionar a Igreja para se modernizar.
(Reportagem adicional de Helen Popper em Buenos Aires e Mitra Taj em Lima)



terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A HISTÓRIA DO PAPA BENTO XVI






Enquanto festejávamos o carnaval, uma notícia nos surpreendeu, para os que mantiveram-se antenados aos noticiários: a renúncia do Papa Bento XVI, marcada para o dia 28 de fevereiro. 

Quer saber mais sobre esse Papa? Veja aqui o infográfico produzido pelo site IG.

E leia aqui a Nota Oficial da CNBB sobre o anúncio da renúncia do Sumo Pontífice. 

Abraços,
Barroca

PESQUISA


Menos da metade dos professores de escolas públicas lê no tempo livre

(Do site do NE10)

Um cabo de vassoura que era capaz de falar e sentir era o protagonista do primeiro livro lido pela então adolescente Denise Pazito. Hoje, professora e pedagoga no Espírito Santo, ela fala da experiência em seu blog. "O livro foi indicado pela escola. Provavelmente, eu estava no 4° ou 5° ano. Ele se chamava Memórias de um Cabo de Vassoura e o seu autor era Orígenes Lessa. Professora inspirada a minha. Acertou na mosca. Uma história encantadora. Me encantou pelo mundo das letras."

Mas assim como são capazes de encantar, os professores têm em suas mãos o poder de desencantar, não por intenção, às vezes por desconhecimento. Uma pesquisa feita pelo QEdu: Aprendizado em Foco, uma parceria entre a Meritt e a Fundação Lemann., organização sem fins lucrativos voltada para educação, mostra que menos da metade dos professores das escolas públicas brasileiras tem o hábito de ler no tempo livre.

Baseado nas respostas dadas aos questionários socioeconômicos da Prova Brasil 2011, aplicados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), e divulgados em agosto do ano passado, o levantamento do QEdu mostra que dos 225.348 professores que responderam à questão, 101.933 (45%) leem sempre ou quase sempre, 46.748 (21%) o fazem eventualmente e 76.667 (34%), nunca ou quase nunca.

No caso de Denise, a leitura levou essa prática para as salas de aula, no entanto, muitos brasileiros terminam o ensino básico sem ler um livro inteiro. Para além da falta do hábito de leitura, a questão pode estar ligada a infraestrutura.

"O número de professores que não leem é chocante, mas isso pode estar ligado ao acesso. É preciso lembrar que faltam bibliotecas e que um livro é caro. Um professor de educação básica ganha em média 40% menos que um profissional de ensino superior. Acho que faltam políticas de incentivo. Não acredito que seja apenas desinteresse", diz a diretora executiva do movimento Todos pela Educaçao, Priscila Cruz.

Um levantamento divulgado em janeiro pelo movimento mostra que o Brasil precisa construir 128 mil bibliotecas escolares em sete anos para cumprir uma lei federal que vigora desde 2010. Segundo a pesquisa, faltam 128 mil bibliotecas no país. Para sanar esse déficit até 2020, deveriam ser erguidos 39 espaços por dia, em unidades de ensino públicas e particulares. Atualmente, a deficiência é maior nas escolas públicas (113.269), o que obrigaria a construção de 34 unidades por dia até 2020.

Para Priscila, uma possível solução seriam os livros digitais. O Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional (ProInfo Integrado) do Ministério da Educação distribui equipamentos tecnológicos nas escolas e oferece conteúdos e recursos multimídia.

Além disso, o governo facilita o acesso aos conteúdos por meio da distribuição de tablets, tanto para professores quanto para estudantes. No ano passado, o MEC transferiu R$ 117 milhões para 24 estados e o Distrito Federal para a compra de 382.317 tablets, destinados inicialmente a professores do ensino médio.

Sobre o acesso digital, os dados do levantamento do QEdu mostram que 68% dos professores (148.910) que responderam à pergunta usam computador em sala de aula. O estado com a maior porcentagem é Mato Grosso do Sul: 95% dos professores disseram que usam o equipamento. O Maranhão é o estado com a menor porcentagem (50,5%) de professores fazem o uso do computador. É lá também onde se constatou a maior porcentagem de escolas onde não há computadores: 38,3%. Estão no Sudeste, no entanto, as maiores porcentagens dos professores que acreditam não ser necessário o uso de computador nas salas: Minas Gerais (16%), Rio de Janeiro (15,4%) e São Paulo (15%).

O responsável pelo estudo, o coordenador de Projetos da Fundação Lemann, Ernesto Martins, diz que o país vive uma época de inovações no ensino e de incorporação dos meio digitais, como disse recentemente em palestra no Brasil o professor norte-americano Salman Khan, que usa o meio digital para promover acesso ao ensino. "Existem muitos desafios no país ligados a problemas de infraestrutura. Não apenas de acesso às máquinas, mas de acesso à internet, à qualidade dos sinais", disse.

Ao recepcionar o professor norte-americano, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ressaltou a importância dos meios digitais: “O conteúdo ao qual o filho dos mais ricos tem acesso pode ser dado aos menos servidos de educação. Queremos tornar a educação não algo escasso, mas um direito humano que todas as pessoas possam ter”, disse.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Escolas públicas devem ofertar ensino religioso

Do site do FONAPER

(Publicado em 30 de janeiro de 2013)


As Escolas da rede pública municipal de João Pessoa estão obrigadas, desde o dia 8 deste mês, a oferecer o Ensino religioso na grade curricular do Ensino fundamental. Porém, os Alunos não estão obrigados a fazer matrícula na disciplina.
A regra passou a valer após o secretário Municipal de Educação e Cultura, Luiz de Sousa Junior, homologar a Resolução 026/12 instituída pelo Conselho Municipal de Educação. A medida, prevista na Lei Federal de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB n°9.394/96 com nova redação na Lei 9.475/97) e no artigo 11 do Anexo do Decreto nº 7.107/2010, já vale para o ano letivo 2013.
De acordo com Art. 2° do documento, o componente curricular vai “subsidiar o estudante para compreensão do fenômeno religioso, presente nas diversas culturas e sistematizado por todas as tradições religiosas”.
No parágrafo único do mesmo artigo, diz que, nas Escolas públicas municipais, não será permitido qualquer tipo de preconceito ou manifestação em desacordo com o direito individual do estudante e de seus familiares, de declarar um credo religioso ou mesmo o de não exercer nenhum.
Segundo a lei, no ato da matrícula, a instituição deverá informar ao estudante, ou aos pais, quando de menor idade, a oferta do Ensino religioso, bem como a faculdade de matricular-se no mesmo. O conteúdo pedagógico tem caráter inter-religioso, distinto da catequese, onde deverá pautar na contextualização do conhecimento, reconhecendo que o fenômeno religioso é um dado da cultura e da identidade de grupos sociais, que deve promover o sentido da tolerância e do convívio respeitoso com o diferente.
O Ensino religioso deverá ser ofertado no horário normal das Escolas públicas municipais de Ensino fundamental, acrescido ao mínimo de 800 horas anuais prevista na Lei 9.394/96.
Conforme a resolução publicada no semanário oficial de 13 a 19 deste mês, para a docência do Ensino religioso, serão aproveitados os profissionais habilitados para o Ensino fundamental nos termos da legislação do Ensino vigente, pertencentes ao quadro do Magistério Municipal. Para ressaltar a função do Professor, o Art. 11 estabelece que “Cabe ao Educador buscar constantemente as manifestações religiosas, ter clareza quanto à própria convicção de fé, consciência da complexidade da questão religiosa, facilitar o diálogo e ser interlocutor entre Escola e comunidade”.
Já no artigo seguinte, a resolução determina que a Secretaria de Educação e Cultura, através da Diretoria de Gestão Curricular, deverá promover cursos de capacitação para os Professores responsáveis pela docência do Ensino religioso.
O Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso (FONAPER) parabeniza a Rede Municipal de João Pessoa por fazer cumprir a legislação nacional do Ensino Religioso, bem como todos os profissionais desta área que tem lutado durante anos para ocorresse a inserção do referido componente, uma vez que é direito do educando ter acesso aos conhecimentos produzidos nas diferentes culturas - tradições religiosas e não-religiosas.

Fonte: Jornal da Paraíba (PB) - 26 de janeiro de 2013

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Graduação em Ciências da Religião em Minas Gerais


Publicado pelo FONAPER em 26 de novembro de 2012.

Nesse 2º semestre de 2012 a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) deu início às atividades da Graduação em Ciências da Religião, cujo objetivo é capacitar profissionais para a pesquisa e a docência na área da religião e do Ensino Religioso (ER) sempre numa perspectiva interdisciplinar e não confessional.

Nesse mesmo período, entre os dias 20 e 21 de novembro, o departamento promoveu o seminário "Ensino Religioso: perspectivas e desafios", dirigido pelo Prof. Elcio Cecchetti, da UNOCHAPECÓ. Ainda de acordo com site, o evento sela uma parceria entre o Departamento de Ciência da Religião e a Superintendência Regional de Ensino, para promover a formação de docentes de Ensino Religioso e também marca " o início das atividades de preparação para o VII Congresso Nacional de Ensino Religioso (CONERE), que será realizado pelo FONAPER e UFJF em outubro do próximo ano (2013).

Parabéns a todos e que outras iniciativas dessas surjam em nosso país.

Barroca.






Novidade


Olá gente.

Como prometido, apresento a vocês a primeira novidade: o link do Supremo Tribunal Federal - STF. É esse primeiro link no canto superior direito da tela. Encontrou? Beleza!

Escuta só: clicando nele vocês terão acesso à pagina de acompanhamento processual da Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADI 4439. Pra quem não se lembra, é aquela referente ao Ensino Religioso... Lembrou?

Faça um teste drive! É 0800. Se der qualquer erro me avisem...

Até uma próxima oportunidade.

Ah, teremos mais novidades viu!

Tchau,
Barroca